Curso de Canto

Esta é a plataforma do aluno.

No menu acima você poderá ver notícias relacionadas ao curso, acessar as aulas, enviar através do suporte dúvidas para serem respondidas nas escolas dominicais e ensaios de quarta.

Bons estudos!

Bem Vindo!

AVISO IMPORTANTE: é necessário que você esteja conectado ao youtube pelo 

e-mail que você assinou o termo de compromisso, desta forma você poderá ver os videos.

TURMA DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2020

ALUNOS

 

-----

AULAS DISPONÍVEIS

 

PROVA REALIZADA NA WEB

------

AULAS DISPONÍVEIS

MÓDULOS 01

Alguns assuntos importantes?

CLASSIFICAÇÃO VOCAL

Postado por Blacy Gulfier

Classificação vocal,  é um assunto muito sério.  Uma classificação vocal inadequada, pode influenciar diretamente  na saúde vocal do cantor. Alguns cantores ainda  acreditam,  que o bonito é cantar em um determinado naipe ... em tonalidade mais aguda ou mais graves. Definitivamente, a beleza  vocal não esta em cantar em um  determinado naipe  e sim,  explorar  sonoridades, elementos vocais e habilidades em cada naipe. 

 

A classificação vocal não deve ser feita comparando a voz cantada com a voz falada  pois,  voz falada e voz cantada são realidades diferentes  

(no que se refere a fisiologia vocal – ajustes fonatorios ). Alguns cantores,  possuem uma flexibilidade muscular grande, que os permite cantar utilizando uma tessitura vocal maior. Vale aqui descrever, que TESSITURA vocal é diferente de EXTENSÃO vocal. 

TESSITURA VOCAL - Refere-se  aos tons que o cantor pode emitir sem esforço, e com habilidades vocais.

EXTENSÃO VOCAL - Refere-se ao máximo de tons que o cantor pode  emitir  tanto nas  frequências graves, quanto  nas frequências agudas. Nesta medição, o que esta sendo avaliado e a  maior possibilidade muscular  vocal, do cantor. Não se deve cantar jamais dentro da Extensão vocal  ou seja,  não é por que o cantor alcança aquela nota que ela pode ser cantada com saúde e habilidade vocal.

A classificação vocal deve englobar alguns parâmetros  tais como: 

1.  O exame de videolaringoestroboscopia (onde podemos ver a  flexibilidade das pregas vocais nos diferentes tons e termos resultados específicos de frequências emitidas) 

2.  A classificação do naipe vocal à partir de tabelas classificatórias cientificas  de tessitura e extensão.  Nestas tabelas, é possível observar a  confortabilidade vocal nos diferentes registros, bem como as quebras nas passagens dos registros e estabilidade vocal nos diferentes tons. 

3.  Observação e anotações do preparador vocal em relação às habilidades vocais do cantor.

A avaliação da tessitura vocal deve ser periódica. Se considerarmos o desenvolvimento e a aquisição de novos ajustes vocais, ela ira variar de acordo com o desenvolvimento vocal do cantor. Já a extensão vocal varia de acordo com fatores ligados ao desenvolvimento ontogênico do ser humano (mudanças anatômicas que ocorrem de acordo com as diferentes idades de vida) .

Muitos cantores desenvolvem problemas vocais por uma classificação vocal inadequada. A dor e a rouquidão, podem ser  um sinal de  que alguma coisa não está bem.

Se todas as vezes que você faz uso da voz para o canto, você sente dor, ou fica rouco logo em seguida ou durante a apresentação ou ensaio, provavelmente você esta usando sua musculatura vocal de maneira inadequada e se esforçando para produção de tons que não sejam confortáveis a você. Você deve  passar por nova avaliação em relação a sua classificação vocal e  procurar  um fonoaudiólogo especialista em voz que possa melhor orientá-lo.

Postado por Blacy Gulfier

FISIOLOGIA DA VOZ

É muito interessante quem canta conhecer as técnicas vocais e também a parte fisiológica; conhecer o seu instrumento e o seu funcionamento. Um bom conhecimento do seu instrumento possibilita um melhor aproveitamento de todo o potencial existente.

LÁBIOS:

São bordas de mucosa que revestem a boca humana. Sua cor, largura e formato depende da etnia  e à características genéticas de seus antepassados. Há pessoas que possuem um problema de excessiva tensão labial, o que impede a boa mobilidade e flexibilidade. Outras pessoas possuem um tônus labial baixo, flácido. A posição ideal para os lábios, é aquela que ajuda o rosto a ter uma expressão agradável, feliz. Deve-se evitar puxá-los exageradamente para os cantos ou para frente quando se estiver cantando ou falando, pois isto pode modificar a qualidade sonora.

DENTES:

Os dentes tem a função principal de mastigação, triturando os alimentos. Secundariamente eles são responsáveis pela articulação de alguns fonemas. No que diz respeito à utilização dos dentes na articulação é importante ressaltar que qualquer alteração ou deformidade poderá afetar  a dicção e pronúncia de alguns fonemas que   influenciará  ou prejudicará a comunicação.
 

PALATO:

O palato se divide em 2 partes: o palato duro (céu da boca) e o palato mole (úvula, conhecida como campainha).

O palato duro está envolvido com a projeção da voz, e o palato mole com a formação de sons orais e nasais.

O som, na verdade, é formado por ondas. As ondas só se propagam em linha reta, daí a importância do palato duro aliado a uma boa postura da cabeça:  Sabe-se que as narinas são responsáveis pela ressonância nasal. Porém, o som nasal só será emitido com a "permissão" do palato mole (a úvula).  Para emitir esses sons nasais, a úvula desce. Caso suba, os sons emitidos serão orais. O excesso ou a falta de nasalidade podem representar sérios problemas de voz, afastando-se da normalidade e modificando o som original que deveria ser produzido.

LÍNGUA:

A língua é o principal órgão da articulação, pois interfere na formação das vogais e consoantes. Cerca de 90% dos problemas que envolvem a língua são de tensão. Isso causa o ressecamento da boca pela retração constante. A tensão da língua não estimula muito a produção de saliva  e também interfere consideravelmente na emissão do som.

A língua flácida precisa de tonificação  sendo caracterizados pelo acúmulo excessivo de saliva e articulação imprecisa.

A língua deve permanecer numa determinada posição, chamada de "posição de repouso", ao longo do "assoalho" da boca tocando os dentes inferiores.
 

FARINGE:

A faringe tem a função de ampliar o som, e embora não seja essencial para a articulação, está intimamente ligada à posição assumida pela língua. Seu melhor desempenho dependerá do comportamento da língua.

A ampliação do som será tanto melhor quanto melhor for o espaço que o som puder ocupar dentro da boca.

da-voz/

LARINGE:

A laringe é um órgão curto,  constituído de cartilagens, músculos e ligamentos. Está localizada na região do pescoço, entre a quarta e sexta vértebra cervical, conectando a faringe à traqueia. Seu tamanho é variável, sendo maior em homens, em face da influência de hormônios.  Exerce função respiratória e fonatória, e também impede a entrada de partículas estranhas nas estruturas respiratórias.-voz/

PREGAS VOCAIS:

Par de lábios simétricos formado por um músculo e um ligamento elástico localizado na laringe abaixo da epiglote. Quando respiramos as pregas vocais ficam afastadas, quando falamos ou cantamos elas se aproximam e vibram.

MÚSCULOS DA LÁRINGE:

A musculatura intrínseca é responsável pela produção do som. 

 

A musculatura extrínseca realiza a sustentação e a fixação da laringe (esternotireóideos, tiro-hióideos, constritor inferior da faringe, supra-hióideos, infra-hióideos).

 

Já a musculatura intrínseca é responsável pela produção do som propriamente dito como o músculo tireoaritenóideo, o cricoaritenóideo posterior e lateral, os aritenóideos e o cricotireóideo:

Músculo tireoaritenóideo (TA):

É um músculo que forma a principal massa das pregas vocais. Eles originam-se no ângulo da cartilagem tireóidea e a inserção localiza-se principalmente no processo vocal. O TA é adutor, tensor e relaxador, ou seja, ele abaixa, encurta e espessa as pregas vocais. Esse movimento de encurtar e abduzir as pregas vocais faz com que ocorra a diminuição das distâncias entre as cartilagens aritenóideas e tireóidea. Como consequência desse movimento, as pregas vocais tornam-se com um feixe mais largo que por sua vez reduzirá a frequência da voz, tornando a voz mais grave.


O tiroaritenóideo medial ou interno é correspondente ao músculo vocal (massa vibrante), chamado de vocalis, vocal ou tireovocal. Esse músculo apresenta suas fibras a partir do tireomuscular até mergulhar no ligamento vocal, inserindo-se no processo vocal. Esse músculo vibra sincronizado com a vibração da mucosa vocal.


O tireoaritenóideo lateral ou tiromuscular está inserido no processo muscular e possui fibras de contração rápida, com menor ação sobre as características da fonação. O feixe superior desse músculo possui algumas fibras que se direcionam para as pregas vestibulares, o que faz pensar que essas fibras participam da fonação vestibular.


Existe também o músculo tireoaritenóideo superior, que tem como função de relaxar as pregas vocais. Atualmente, sabe-se pouco sobre esse músculo. O que se tem conhecimento é que ele inclina a cartilagem tireóidea para trás com o objetivo de relaxar as pregas vocais, sendo que concomitantemente puxa o processo muscular para frente da cartilagem aritenóidea, favorecendo a coaptação glótica.

contato

Igreja Batista Filadélfia em Águas Claras

Endereço: Av. Araucarias, Lote 1055

Telefone: (61) 3435-7600

falecon@igrejafiladelfia.com.br

  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia
CONTRIBUA COM ESSA OBRA

CNPJ: 07.372.193 0001-50

AGÊNCIA:1235-1  CONTA:139402-9

AGÊNCIA: 4198  CONTA:150304

"CADA UM CONTRIBUA SEGUNDO TIVER PROPOSTO NO CORAÇÃO, NÃO COM TRISTEZA OU POR NECESSIDADE; PORQUE DEUS AMA A QUEM DÁ COM ALEGRIA.2 CORINTIOS 9:7

© 2003 Igreja  Batista Filadélfia em Águas Claras , criado por Bruno Vie

  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia
  • Canalfiladelfia